terça-feira

Exclusivo: em vídeo, motorista embriagado confessa que causou acidente; bebê de 7 meses fica ferido

 Um motorista visivelmente embriagado foi flagrado logo após cometer um acidente na manhã do último sábado (5) no bairro de Mangabeira VI, em João Pessoa.


Nas imagens, ele realiza uma ligação do celular para algum familiar e confessa que havia cometido o acidente e ingerido bebida alcóolica.

 
O acidente aconteceu na Rua Euclides Neiva, no final da avenida Josefa Taveira, por volta das 16h. o motorista do veículo Fiorino de placas MNX 2020, identificado como Francisco Trajano Silva, teria colidido de frente com um Renault Clio, de placas MNE 5494.
 Segundo testemunhas, o homem estava bêbado e o som estava muito alto.

O funcionário público Luiz Carlos, que estava dirigindo o Renault Clio no sentido Mangabeira - Valentina disse que o acusado perdeu o controle do veículo e invadiu a faixa contrária.

No carro, estavam Luiz Carlos, a mulher dele, a sogra e a filha, de apenas 7 meses de vida. Todos ficaram feridos e foram encaminhados a um hospital particular. Apenas a sogra permanece internada porque quebrou a clavícula.



Ainda segundo Luiz Carlos, Francisco Trajano Silva foi encaminhado à 9ª Delegacia Distrital, mas pagou uma fiança de dois salários mínimos e foi liberado.


Da Redação com Portal Correio

'Me afasto de cabeça erguida', diz senador da Paraíba

Cássio Cunha Lima (PSDB-PB) assume o mandato nesta terça-feira (8).
Wilson Santiago (PMDB-PB) prometeu ir ao STF para tentar impedir posse.

O senador Wilson Santiago, que deve perder vaga para o ex-governador da Paraíba Cássio Cunha Lima (Foto: Agência Senado)

O senador Wilson Santiago, que deve perder
vaga para o ex-governador da Paraíba Cássio
Cunha Lima (Foto: Agência Senado)
O senador Wilson Santiago (PMDB-PB) ocupou a tribuna do Senado na tarde desta segunda-feira (7) para fazer seu discurso de despedida na Casa. Na manhã desta segunda, a Mesa Diretora do Senado determinou que o senador diplomado Cássio Cunha Lima (PSDB-PB) assuma o mandato na tarde desta terça (8).
"Me afasto de cabeça erguida e feliz por ter trabalhado em prol de todos os paraibanos e os brasileitros. Agradeço a todos que depositaram a confiança na minha pessoa", disse o senador.
Wilson Santiago ocupou o espaço da liderança do PMDB, e pode fazer um discurso de 10 minutos na tribuna. Durante o discurso, o senador relembrou sua trajetória como filho de agricultor até chegar a faculdade de direito e à vida política.
Santiago, que recorreu sem sucesso à Mesa Diretora a fim de que a posse de Cunha Lima fosse adiada, afirmou que ainda acredita nas futuras decisões judiciais. Ele espera o resultado de um recurso dele junto à Justiça eleitoral da Paraíba, em que ele contesta a diplomação de Cunha Lima. Ainda nesta segunda, Santiago afirmou que vai entrar com recurso no Supremo Tribunal Federal (STF) para impedir a posse de Cássio Cunha Lima.
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"Confio nas decisões judiciais que ainda estão pendendentes e na decisão do povo da Paraíba. Me sinto com o dever ciumprindo. Exercerei meu mandato de simples advogado e defensor público, mas com os mesmos posicionamentos e ideias, não vamos permitir que os corruptos tomem conta do poder público", disse Santiago.
Candidato mais votado na disputa para o Senado em 2010, Cunha Lima teve a candidatura barrada pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE) com base na Lei da Ficha Limpa. Ele foi considerado "ficha suja" porque teve seu mandato de governador cassado em 2008, por abuso de poder econômico e político durante as eleições de 2006 quando foi reeleito. Com a diplomação concedida pelo TRE, o tucano solicitou ao Senado o direito de tomar posse.
Da Redação vcom G1 PB

Moradores queimam pneus e interditam saída de Campina

Moradores queimam pneus e interditam saída de Campina
Moradores queimam pneus e interditam saída de Campina Grande sentido São José da Mata

Cerca de 100 populares interditaram, no final da manhã desta terça-feira (08), a saída da cidade de Campina Grande, com destino ao Distrito de São José da Mata para protestar contra as más condições da rodovia federal.

O protesto acontece no Km 30, da BR 230. Os populares queimaram vários pneus na pista e estão impedindo o fluxo do trânsito no local.

Ninguém consegue passar e a pista já está totalmente preta, devido à fumaça e aos pneus derretidos no solo. Os carros e os ônibus que tem que passar pelo local estão tendo que pegar o desvio através da pracinha do amor, como é conhecido o outro acesso a cidade de Campina Grande, ou através da via oeste.

Os moradores reivindicam melhorias e mais segurança na rodovia, já que, como a pista é mão dupla, um dos lados está totalmente esburacado, o que obriga os motoristas das duas mãos a disputarem o espaço menos esburacado.

Segundo um dos protestante, a situação já beira ao caos, pois a insegurança da rodovia além de provocar prejuízos materias, com conserto de carros que passam pelo buracos, também ocasiona prejuízos vitais, com as mortes registradas no trânsito.







Com informações PB Agora

Estudantes da USP serão indiciados por dano ao patrimônio, diz delegado

Segundo a polícia, eles serão liberados após pagar fiança de R$ 1050.
Vistoria mostrou que câmeras foram destruídas e paredes foram pichadas.

Mais de 70 estudantes foram levados para delegacia  (Foto: André Lessa/ AE ) 
 
Mais de 70 estudantes foram levados para a central de flagrantes do 91º DP (Foto: André Lessa/ AE )


Os 73 estudantes detidos na madrugada desta terça-feira (8) por não cumprir a determinação judicial de deixar a reitoria da Universidade de São Paulo (USP) serão indiciados por dano ao patrimônio público e desobediência à ordem da Justiça. Eles também serão responsabilizados por dano ambiental devido às pichações feitas nas paredes do prédio. Todos deverão passar por exame de corpo de delito.
O delegado seccional Dejair Rodrigues afirmou que eles só poderão deixar 91º DP (Ceasa) após pagamento de fiança de R$ 1050 por aluno. Segundo Rodrigues, cada um dos detidos terá situação financeira avaliada pela autoridade policial para, se for o caso, arbitrar um valor compatível.
Os estudantes também serão investigados pela polícia por formação de quadrilha. De acordo com Rodrigues, a polícia esteve no prédio da reitoria e constatou que as câmeras de segurança e portas foram destruídas e paredes estão pichadas. O edifício foi invadido por alunos contrários à presença da PM na Cidade Universitária, na capital paulista, desde o dia 2.
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Em vistoria no prédio da reitoria, a PM informou ter encontrado sete garrafas de coquetel molotov em uma das salas, seis caixas de morteiros e um galão de gasolina.

A reintegraçãoA reintegração de posse começou no fim da madrugada após os estudantes definirem em assembleia na noite de segunda que não cumpririam uma decisão judicial para deixar a reitoria no prazo estipulado. As equipes do 2º Batalhão de Polícia de Choque (BP Choque) deixaram o quartel da corporação, na região da Luz, Centro de São Paulo, por volta das 4h30 e chegaram 40 minutos depois à Cidade Universitária. Eles arrombaram portas do prédio da reitoria.

Um grupo de estudantes gritava palavras de ordem contra a presença da PM no campus e houve correria de manifestantes. A Polícia Militar usou dois helicópteros Águia para acompanhar a reintegração de posse.

Após a reintegração, alunos favoráveis ao movimento tentaram bloquear com mesas e cadeiras as entradas de outro prédio da USP. Desta vez, o alvo do protesto foi no curso de Letras. Houve um princípio de tumulto envolvendo universitários que desejavam entrar para acompanhar as aulas. Após a confusão, a faculdade decidiu suspender as atividades nesta terça.

Por volta das 11h, o Batalhão de Choque continuava posicionado em toda a Cidade Universitária, onde deve permanecer até que a desocupação seja concluída.

"A ação do Choque permanece até concluir a desocupação. Depois, a perícia chegar, ver quais foram os danos e terminar toda a operação. Aí continua o policiamento diário [no campus]”, informou a coronel Maria Yamamoto, porta-voz da PM. Cerca de 400 homens e 50 carros da corporação estavam no campus pouco antes das 7h.

Segundo a coronel Maria Yamamoto, não houve enfrentamento. "Eles [alunos] foram pegos de surpresa, não tiveram nenhuma reação, não houve o uso de nenhum tipo de arma. A chegada foi silenciosa. Em menos de dez minutos, o prédio já estava ocupado e eles, contidos”, explicou. "A polícia chegou, conteve os estudantes, os levou para o lado de fora e em seguida voltou com eles para dentro do prédio para que fossem revistados", completou a policial.

Maus-tratosDomenico Colacicco, um dos diretores do Sindicato dos Trabalhadores da USP (Sintusp), disse à imprensa que os alunos detidos estão sendo maltratados. Segundo o Sintusp, os alunos não podem sair dos ônibus, estão sem direito à água, não podem ir ao banheiro. Os celulares deles foram confiscados. Alguns membros do sindicato classificam o tratamento com “tortura”.

O que diz a defesa dos alunosFelipe Gomes da Silva Vasconcelos, um dos advogados dos estudantes que ocuparam a reitoria, considerou “arbitrária” a ação da PM. Segundo ele, ocorreu “militarização e ocupação de toda a USP”. O advogado informou que soube que alguns estudantes que foram presos, na biblioteca e na faculdade de arquitetura da USP, antes mesmo da retirada dos demais manifestantes da reitoria.

Ele classifica os detidos como “presos políticos”, porque a ocupação teve caráter político e foi “uma manifestação que sempre se buscou o diálogo”. Vasconcelos declarou que vai estudar medida contra a retirada dos estudantes da reitoria. Ele afirmou que também pretende estudar uma possibilidade de fazer com que o campus não permaneça vigiado pela Polícia Militar.

Reforço no policiamentoO porta-voz da Polícia Militar, major Marcel Soffner, afirmou nesta terça que o policiamento no campus da USP será reforçado em virtude dos últimos acontecimementos. O número de carros e policiais, no entanto, não será informado por questões estratégicas.

Da Redação com G1 PB
 

Ambulantes invadem Câmara de João Pessoa e cobram “ajustamento de conduta” de Agra

Ambulantes invadem Câmara de JP e cobram “ajustamento de conduta” de Agra

Dezenas ambulantes de João pessoa invadiram na manhã de hoje (08) o plenário da Câmara Municipal de João Pessoa, em protesto contra governo municipal da gestão do prefeito Luciano Agra do PSB.

Os ambulantes estão cobrando um “Termo de Ajustamento de Conduta” quepermita a organização dos trabalhadores de maneira ordeira e sem violência na cidade de João Pessoa. A representante do movimento, Márcia Mederos denunciou que existem vereadores que tem o privilégio de escolher e apontar os melhores locais para aqueles que são protegidos pela atual gestão.

O movimento cobra um inscrição única para que permita que todos os ambulantes desfrutem da mesma oportunidade em grandes eventos, hava vista que só quem comunga da administração, são os únicos benefificiários ultimamente. A representante dos ambulantes denunciou o uso eleitoreiro nos sorteios.

Da Redação com
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